07

agosto

2017

A Resistência

Viver sem liberdade, fez o negro se rebelar várias vezes contra o sistema colonial, seja fugindo para os quilombos ou em revoltas como a dos Malês que ocorreu em 1935, na Bahia. 

Com o tempo, os negros foram se organizando e a resistência contra o sistema escravocrata se tornou mais intensa com a criação dos quilombos que se tornou um refügios seguros, para os escravos fugidos, longe das fazendas, da polícia e capangas do branco escravocrata.

Para que suas fugas tivessem êxito os negros, que não tinham acesso a armamento bélico, desenvolveram a capoeira como forma de luta/dança utilizando-se de conhecimentos da África como a "dança das zebras ou NGolo” que era praticada por adolescentes angolanos durante a Efundula (festa da puberdade), os quais formavam uma roda onde dois deles se enfrentavam com coices e cabeçadas mútuas até que deles fosse jogado ao solo e uma dança de guerra praticada pelos indígenas brasileiros, conhecida como “Maraná ou Dança da Guerra” que era praticada em círculos, onde os guerreiros com perneiras de conchas compunham um compasso ao bater com os pés e as mãos, invocando seus antepassados, acompanhado de atabaques de troncos com pele de Anta, chocalhos e marimbas, enquanto dois guerreiros se confrontavam ao centro com golpes de pernas, cotoveladas e movimentos que imitavam os animais.

Indios

Referencias:

NGolo ou Dança da zebra. <http://berimbrasil.com.br/ngolo-ou-danca-da-zebra>. Acesso em 07 de agosto de 2017.
Origens da Capoeira. <http://www.arteculturacapoeira.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=96&Itemid=63>. Acesso em 07 de agosto de 2017.

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